Você faz site?

Dezembro 12, 2006

Eu não.

Eu crio, projeto, desenho…

Sentiu a diferença?

(to) Design : Criar projetos, Planos, Projetar, Desenhar,Calcular, Esboçar, Delinear, Maquinar…

Fazer : Obrar, Executar.

Ainda há quem pense que site é só o que aparece na tela. Site é conteúdo, forma, e estrutura, mas a estrutura, por não ser visível (ou não diretamente), muitas vezes é ignorada. E o projeto, estudo, análise, e todo o “trabalho mental” que é feito até chegar na apresentação, ás vezes também é esquecido.

Não é só pegar um tijolinho de HTML, outro de PHP, e um pouco de imagem e CSS pra “dar liga”. Web Design é arte. A máxima “10% de inspiração e 90% de transpiração” não vale aqui. Pelo contrário. 99% é aquela idéia super inovadora de 1,6 bilhões de dólares que a gente tem que vender por muito menos. É o insight que a gente tem quando menos espera (mas que a gente tem que deixar o cérebro trabalhando em background para isso).

Acima de tudo, vendemos sensações que o site causa no usuário. Conforto, segurança, alegria, felicidade, facilidade, inclusão, controle, poder… Poder é a palavra, dê poder ao usuário, seja de ajudar na construção do conteúdo, mudar a interface, escolher e fazer do site um sucesso ou um fracasso.

Todas essas sensações são únicas em cada site. Por isso não acredito na idéia de sites seguindo um modelo, com produção em série. Se o seu site é idêntico ao do vizinho, que vantagem eu tenho? É como achar que propagandas iguais de empresas diferentes têm o mesmo impacto que se fossem únicas. Isso acaba anulando as duas (ou seja lá quantas forem).

Você diria que Leonardo “fez” a mona Lisa? Ou que Ludwig “fez” a 9ª? “Mas para pintura existe ‘pintar’, e para música existe ‘musicar’…”. Realmente, para um termo roubado do inglês não temos nada tão específico quanto pintar ou musicar. Mas “fazer” com certeza não é nem próximo da idéia principal do Web Design. “Criar” talvez englobe muito melhor tudo isso.

Não estou dizendo para você olhar feio e corrigir seu cliente se ele te perguntar se você faz site. Ele não tem obrigação (nem interesse) de saber isso. Mas o profissional deve ter (ao menos um pouco de) interesse nisso.
Acho que o Alessandro foi muito feliz em seu comentário sobre a utilização do termo “Humanizado” :

[...] Alguns acham esta preocupação perda de tempo, mas classificando e nomeando bem um assunto, pode-se evitar muitas confusões. Por que não ser mais intuitivo e mais fiel aos significados ? [...]

Acho que resume todo o meu objetivo até aqui…

That’s All :D

Olha o curso grátis aê

Dezembro 8, 2006

Ou melhor, oS cursoS. São 2. Da Visie.

Para ganhar basta você ser melhor que os milhões de atuais concorrentes (incluindo eu) e dizer em um post (com trackback para lá) o que você faria para ganhar os cursos online da Visie.

É mais fácil falar o que eu não faria:

  1. Criar um blog apenas para isso (já tenho 5, e mal escrevo em 1 :P ).
  2. Realizar qualquer ação ilícita ou que possa resultar na prisão da minha mãe.
  3. Vender meu corpo (porque meu cérebro já fugiu faz tempo, então não tem como vender).
  4. Sair pedindo feito um
    besta (pedir todo mundo pede, é fácil, mas pensar em algo criativo para dizer, isso sim é difícil).
  5. Colocar fotos/imagens apelativas que fujam totalmente ao escopo (haha!) do blog (pois falar de cursos de web não é fugir do tema de um blog, se você já fala de web nele).
  6. Parar de perturbar alguém no msn (poxa, essa é minha maior diversão ;) ).
  7. Matar trabalho pra postar (só estou deixando de fazer um trabalho “super-legal” de geografia -último do ano, espero- e por acaso faltei aula no senai ).
  8. Viajar para qualquer lugar que seja (e que vantagem isso iria trazer pra empresa? mais fácil guardar a grana e bancar o curso :D )
  9. Falar que eu preciso muito porque meu site está todo em tabelas (minha primeira prova de HTML que o diga :D ).
  10. (Esse é o principal) Não usar de sarcasmo/ironia/metáforas contra meus concorrentes, porque isso (não usar de sarcasmo/ironia/metáforas) é feio.

Qualquer coisa não mencionada acima eu faria (veja antes o termo de responsabilidade). Isso inclui “perder” as férias (que já são BEM curtas) estudando, fazer um layout pro ZenGarden (já estou brincando com um layout há algum tempo :) ) ou uma versão tableless do orkut como TCC, gastar toda a minha criatividade de fim de tarde, todos os parênteses, travessões e emoticons disponíveis, e até fazer “publicidade grátis” (vale lembrar que está valendo 2 cursoS) da Visie, apesar de eles não terem me contratado.

Brincadeiras a parte, essa é a minha humilde participação… Agora é esperar o resultado para ver quem ganha.

That’s All :D

Resultado da pesquisa #1

Dezembro 2, 2006

Depois de algum tempo morto, eu voltei das profundezas (que cheguei lá graças as minhas queridas escolas, e os trabalhinhos) para divulgar o resultado da primeira pesquisa feita com leitores por aqui.

Como eu já esperava, o pessoal quer ver mesmo é exemplos práticos e análises sobre alguns sites, como já foi feito, por exemplo, com o tableless, o yahoo e com o orkut e hatrick.

A opção mais votada na pesquisa foi a de Análise de Usabilidade de alguns sites 25% (13 votos), então começarei a dar um pouco mais de destaque a esse tema, junto ao segundo mais votado Análise de Acessibilidade de alguns sites 22% (11 votos), que eu não esperava que fosse receber tantos votos.

A Teoria sobre Usabilidade ficou com 20% (10 votos) e é um tema que eu gosto muito, e meu último post foi dedicado a esse assunto

Design de Interação recebeu 18% (9 votos) e é um tema que era foco principal no início da blog, mas logo acabei encontrando temas mais interessantes (e quem sabe, mais úteis?) e que “agradam mais” os leitores.

Semiótica ganhou apenas 14% (7 votos), que me “assustou” pois é um tema que me “rende” mais visitas (principalmente de buscas) e que eu também gosto em especial, mas que ainda tenho MUITO o que estudar… Mas acho que é exatamente por ser algo “desconhecido” ou pouco respeitado na web que esse tema fica escondido ás vezes.

E Outros foram 2% (1 voto) que quem votou sugeriu o tema SEO (não sei se essa opção fica aberta à visualização do público) que já foi bastante abordado aqui, mas que há muito ainda que se falar.

No fim a pesquisa me ajudou um pouco a entender o que os leitores “ativos” (já que o post foi muito visualizado, mas poucos votaram) querem saber mais, e vou tentar seguir esse rumo (principalmente porque vai de encontro ao que eu gosto e quero escrever).

That’s All

Muitas pessoas chamam um bom programa/sistema de “usável”. Mas o que isto significa?

Literalmente, algo usável é algo que pode se usar. Chamar uma interface de “usável” é como chamar comida de “comível”. Falando desse modo, não se diz muito sobre a interface (ou comida) em questão.

Uma pequena modificação no termo pode nos ajudar. Chamar algo de “muito usável” , por exemplo, nos dá um pouco mais de informação: Pode significar que algo é conveniente ao uso. Mas quem realmente sabe o que isto significa? Poucas pessoas tentaram definir isto.

Jakob Nielsen fala que usabilidade é “um atributo de qualidade que define quão fácil uma interface é de se usar” e divide o conceito em outros cinco componentes. Contudo, nenhuma delas mede se a interface faz o que os usuários necessitam que ela faça, e é possível constatar interfaces ruins que satisfazem os cinco componentes. Joel Spolsky, por outro lado fala que algo é usável se comporta-se “exatamente como esperado”. Com certeza o que significa “esperado” pode ser discutido. Eu posso esperar que os itens na minha área de transferência serão perdidos se eu selecionar “Copiar” do menu “Editar” das minhas aplicações, mas isso não significa que a destruição de meus dados seja algo bom.

Há quem tente evitar as palavras “usável” ou “usabilidade” porque elas podem ser confusas e não ter significado suficiente.

Por isso eles utilizam outro termo, com uma definição clara. “Que não requer modificações, que engloba tudo”. É chamada humanizado.

Uma interface é humana se ela corresponde às necessidades humanas, e se ela considera os erros humanos.

É simples: Se sempre que você usar uma interface ela corresponder às suas necessidades considerando suas falhas, então ela é uma boa interface. Uma interface que funciona. Naturalmente isto implica em saber o que são suas necessidades e suas falhas. Mas essas definições não são criadas sem base: Esses conceitos são definidos e catalogados em um ramo da ciência chamado Psicologia Cognitiva, que está por perto há 50 anos, e é de onde vem essa filosofia.

Sempre que você se sentir frustrado com uma interface, lembre-se da definição de “humanizado” e você poderá localizar exatamente por que você está frustrado, com o que, e por que está frustração não é sua culpa. Naturalmente a maioria das pessoas não pode dizer que a maioria das interfaces que usa são humanizadas: Eu sei que não posso. Isso acontece porque a criação de algo humanizado é muito mais difícil que algo usável.

O que quer que isso signifique.

- Gostei muito dessa “filosofia” e no próximo artigo farei comentários a respeito…

// Não, essa filosofia não é minha. Apenas tive o trabalho de traduzir, adaptar e entender (esse último muito mais difícil, com certeza) o texto que explica tudo isso, do Blog Humanized, e o texto é Why “humane” is better word than “usable”

That’s All :D

Esta resenha foi sugerida e patrocinada pelo programa REVIEW ME

Depois de ver um post no blog do contraditorium falando sobre o tal serviço, resolvi testar, apesar de saber que para os pequenos quase não tem efeito.

O que é?

É um serviço que junta o “talento para escrever” dos blogueiros à vontade de crescer dos anunciantes. Eles pagam para que você faça a propaganda do site deles. E com uma grande vantagem, o blogueiro escolhe se irá fazer ou não a propaganda, ou seja, se você não gostar do site você não é obrigado a escrever.

“Nós exigimos que as resenhas tenham pelo menos 200 palavras, e que o post com a resenha seja destacado como sendo patrocinado, de alguma forma”

Essa é a regra do jogo. Que me parece bem favorável aos blogueiros.

O interessante do serviço é que os anunciantes pagam pelo tempo do blogueiro, ou seja, você será pago para blogar ( diga-se de passagem é o objetivo do Cardoso).

“Mas o pagamento deve ser mínimo…” não. Você recebe 50% do preço do anúncio, que depende do ranking do seu blog (o tráfego dele, os assinantes dos feeds, e o rank no technorati), que no meu caso é de U$40,00 (considero “alto” em vista que o do contraditorium por exemplo é de U$60,00 – apesar que não me lembro se o preço que está o meu não é o mínimo, e o máximo é de U$200,00).

Porque Review Me?

As principais vantagens apresentadas no próprio site do serviço são:

  • O anunciante pode ver exatamente onde ele anuncia, quais são os dados sobre o site, qual é o retorno que a propaganda está trazendo…
  • Diminuir os custos com toda a criação de uma forma de propaganda.
  • As pessoas ignoram propagandas e banners. Por não parecer uma propaganda direta, as pessoas darão mais atenção e valor no que está escrito.
  • Não são anúncios genéricos, irrelevantes ou irritantes. Eles têm a ver com o contexto do site, e com o público que o visita.
  • Junta os blogueiros interessados em falar sobre os seus produtos, sem precisar procurá-los, já que dentro da rede do serviço já há vários blogueiros cadastrados.

That’s All :D

Dia mundial da Usabilidade

Novembro 13, 2006

E nesse dia 14/11 comemoramos o dia Mundial da Usabilidade, com eventos espalhados por todo o país.

Entre os vários eventos, econtrei um que me chamou a atenção, o único online.

O site que foi indicado como site do evento é o tádificil, que mostra algumas situações do dia-a-dia que são difíceis pela falta de uma análise de usabilidade. Mas tá difícil de achar informações sobre o tal evento on-line =/

Enfim, fica aí a frase do dia: “Making Life Easy!”

That’s All :D

Pesquisa com leitores #1

Novembro 8, 2006

Nesse pouco tempo que ando escrevendo aqui, vi que o pessoal está participando bem, então resolvi fazer uma pequena pesquisa, para ver o que o pessoal se interessa mais, e até aceito sugestões de temas (tem uma opção para criar sua alternativa, e fiquem a vontade para mandar emails)

Pesquisa #1 – Sobre qual desses assuntos você gostaria de ler?

Não deu pra colocar a pesquisa direto aqui porque o wordpress é meio complexado com scripts =/ então o máximo que posso fazer é deixar o link mesmo :P

Aliás, gostei muito dessa ferramenta para criação de pesquisas, recomendo =D

That’s All :D

E é publicado o meu 3° artigo no Web Insider =D

Usabilidade é importante, mas utilidade é ainda mais, que é a versão “webinsideada” do Antes de tudo vem a Utilidade.

O interessante foi eu chegar e dar de cara com 3 comentários, muito bem elaborados, e um deles inclusive é falado sobre o conceito de Comunidade, inserido (para entender melhor, leia o artigo) no orkut.

Thalis Valle
07/11/2006 às 4:41 pm

Rochester,

“Por que as pessoas entram lá, mesmo conscientes destes “defeitos”?”

E quantas delas estão conscientes disso? A grande maioria são usuários domésticos, leigos sobre tecnologia e usabilidade na internet.

Para elas, o que interessa é estar “presente” na rede. É participar da comunidade.

Uma prova? Quem não tem um profile por lá, Mesmo não acessano diariamente? :)

Gostei muito do ponto de vista dela, mas discordo um pouco:

Rochester
07/11/2006 às 11:05 pm

[...]

Thais
eles não precisam entender da teoria pra saber que a usabilidade do sistema é ruim, ele experimentam isso… por exemplo a troca repentina do botao de “reponder topico” para o canto extremo oposto da tela atrapalhoumuita gente :P

E muita gente reclama do orkut, mas não precisa ter base em teoria sobre o que for para falar isso :D

é, o conceito de comunidade pegou força, mas porque se formaram comunidades lá? pq tem algo de útil para o usuário. Muitos podem visitar apenas para “estar na rede”, mas com certeza eles só mantém visitando pelas funcionalidades do sistema..

e vale lembrar que funcionalidade demais pode atrapalhar o projeto
http://www.userside.com.br/melhore_seu_site_e_perca_usuarios

That’s All :D

Web-Bem-Feita

Novembro 5, 2006

Alguns de vocês devem ter olhado o subtítulo do meu blog, ou mesmo visto comentários a respeito (com essa nomenclatura são poucos ainda) e devem ter se perguntado: “Afinal, o que é Web-Bem-Feita?”. Bem, essa é uma pergunta que nem a wikipédia sabe responder… Mas vou tentar :D

É a aplicação de vários fatores que, como o nome diz, são sobre a criação bem feita de um site. Mas na grande maioria são conceitos, que se aplicados melhoram tanto a experiência do usuário, quanto o trabalho do Web Designer ( que fica mais fácil de atualizar, mais leve, tem mais retorno…) - e com certeza também é melhor para o cliente.

Entre as “filosofias” (pesquisas, estudos…) que são englobadas, as que eu dou mais destaque são:

  • KISS – Menos sempre é mais.
  • Usabilidade – Tornar fácil a utilização do produto.
  • Acessibilidade – Tornar fácil de acessar, não importando as condições de conexão ou plataforma do usuário.
  • Design de Interação – É o estudo de como a interface vai atingir o usuário, considerando sua experiência, entre vários outros fatores.
  • AI – Arquitetura e Organização dos elementos na página, de forma que o usuário identifique o que cada elemento deve ser, por exemplo, algo que seja um título, fica maior, com negrito, centralizado, e links de um menu ficam agrupados e com uma cor diferente.
  • SEO – A otimização dos sites para sistemas de busca (em buscas orgânicas).
  • Semiótica – Estudo através dos signos que tem como objetivo analisar como o objeto será entendido pelo usuário, o que o faz, por exemplo, clicar em um link invés de outro “semelhante”.
  • Tableless – Tabelas são para dados tabulares, não para marcação de layout.
  • Web Standards – Bem mais que uma “filosofia”, são os padrões de codificação.
  • Código semanticamente correto - Pois nem sempre a validação é tão importante.
  • Utilidade do site – Para mim é o que deve vir primeiro no planejamento.

Mas há algumas coisas que se deve tomar cuidado, como por exemplo, o uso do AJAX (apesar de programadores estarem melhorando cada vez mais, Yahoo mail nem se fala :P ) que se “mal utilizados” podem fazer o usuário simplesmente desistir do site, ou pior, não conseguir entrar nele. Utilizar o recurso certo no local certo,. Se um menu precisa só de css para funcionar, pra que utilizar AJAX, flash, 3D e mais um monte de coisa que só vai te dar dor de cabeça, e só vai atrapalhar o usuário?

A idéia do “bem-feito” é simples, e há quem faça assim sem dar nomes mesmo. “Mas você só usou um nome novo para definir coisas que já estamos acostumados…”, e a nomenclatura “Web 2.0″ foi o quê? Quando viram que o mercado estava mudando, deram um jeito de fazer o resto dos profissionais mudarem também, então quem não mudava (ou não mudou ainda) é 1.0 , quem já fez o “upgrade” passa a ter o status de 2.0 (apesar da hipótese não desmentida de ser um golpe de marketing apenas). E muita gente ficou com medo de ter a classificação de 1.0, e passou a correr desesperadamente procurando a tal web 2.0 , para acompanhá-la, por isso muitos acreditam apenas na chance de ser uma jogada de marketing – “vamos falar que isso é melhor, que é evoluído, talvez cole”. Mas a grande diferença é que no conceito “bem-feito” são unidos aspectos “user-side” com algumas melhorias da tal Web 2.0 e outros aspectos que parecem esquecidos por muitos, como Usabilidade, Acessibilidade, SEO, Semiótica (que é muito desvalorizada na Web) e o conteúdo.

Há também várias outras “filosofias” propondo melhorias às atuais, como o divless (passando a usar listas invés de divs), e usar “humano” invés de “usável” (que transformaria usabilidade em humanilidade – acabei de criar a “tradução” :) ). Cabe a nós decidirmos o que é bom para nós mesmos e para os projetos, ou o que é apenas modismo ou estratégia de marketing.

“E viva a Web-Bem-Feita”

That’s All :D

“Não Me Faça Pensar”

Novembro 1, 2006

Post relâmpago para uma leitura altamente recomendada “Não me Faça Pensar” de Steve Krug. Nos poucos minutos que me sobraram antes de ir para o SENAI comecei a leitura (comprei o livro na Intercon inclusive).

Livro bem fino, e como o autor diz “dá pra ler em uma viajem de avião”. Como nunca viajo (ou viajei) de avião, tenho que ler no tempo que me resta mesmo :D

Parece realmente ser rápido de ler, mas é daqueles que se lê com um bloquinho do lado, para anotar os (muitos) pontos interessantes e que podem virar idéias para a dominação mundial, ou apenas idéias genias para artigos…
Essa semana acho que não postarei mais, mas criei uma página nova há pouco tempo, para não passar muito em branco.

e às 2h39

That’s All :D