Opera x Firefox

setembro 30, 2006

Depois de ouvir falar muito bem do Opera, resolvi me arriscar a testá-lo…

E foi a saga do download do Opera 😛 foram 4 tentativas, na 1ª o download ficou absurdamente lento, aí acabei cancelando, na 2ª ele se cancelou “sozinho”, na 3ª consegui baixar, mas deu erro no instalador e na 4ª (ufa!) consegui.

Fui testá-lo meio sem paciência já. De cara a interface é totalmente diferente da do Firefox (meu padrão aqui), principalmente porque meu Firefox está muito personalizado (tema iPox , barra Web Developer, barra Google, barra de favoritos, e mais milhares de extensões). Algo que me incomodou bastante foi a opção de “nova guia” ficar tão longe da navegação, apesar que no firefox eu estava acostumado ao gesture para abrir nova aba (ou mesmo o atalho do teclado Ctrl + T <edit> que depois percebi que o atalho é igual no Firefox e no Opera</edit>). Outro ponto foi o “mouse gestures” embutido dele ser totalmente diferente do que eu estou acostumado no Firefox.

Ponto para o Opera nas opções de visualização (com opção até de navegador em modo texto) que me fizeram ficam brincando muito tempo ali 😀 (resolvi baixar ele de vez quando fiquei sabendo dessas opções). E também as opções com um simples clique na barra de endereços (Inicial, Top 10, Marcadores, Busca).

N o final do 1° teste a minha avaliação é a seguinte :

Prós:

  • Opções de visualização muito boas para desenvolvedores
  • Customização até mesmo das opções do programa
  • Mostra o estatus do carregamento do documento e das imagens
  • Ótimo para downloads

Contras :

  • Dificuldades absurdas de download e instalação do programa (muitas versões disponiveis, e textos pouco explicativos, até mesmo no site da comunidade)
  • Limitações para alguns sites (vi um inclusive que se recusava a entrar por ele =/ )
  • “Inteligente” demais (ele importou bookmarks e adicionou uma pasta ali sem que eu percebesse :o)
  • Voltado para desenvolvedores (muito mais que o firefox)

Acho que ele é muito bom, mas ainda vejo mais vantagens (de extensões e temas principalmente) no Firefox, por isso continuarei com ele como como padrão, mas recomendo a aventura de baixar o Opera, principalmente para desenvolvedores.

Tht’s All 😀

Indicados da vez

setembro 28, 2006

Por motivo de total falta de tempo vou estar mais ausente essa semana (semanade provas aqui =/) mas resolvi fazer um apanhado do que vi de mais interessante ultimamente, já que vou poder escrever pouco aqui…

MXStudio – Após a troca de servidor (comentada em um post anterior) voltamos às atividades normais, e eu postei mais uma coluna de Usabilidade (que andou bem badalada, com vários artigos em pouco tempo..)

A ditadura do photoshop – Post muito interessante comentando sobre os pontos falados no artigo “Ate onde a usabilidade mata a criatividade”.

Web Insider – Continua com um conteudo muito bom, e com artigo novo meu :D.

Vagas.CarreiraSolo.org – Novo filho do carreira solo, que reune vagas para a Criação, TI , Jornalismo e P&P.

Centro de Vida Independente (CVI), Maringá – Site extremamente acessivel, uma aula de como fazer site para público com deficiêcia (porque é o público alvo deles, então investiram pesado nisso :)).

Marketing de busca – Achei por acaso, de um cara que comentou meu artigo no web insider, e achei bem interessante o conteudo de lá :D.

That’s All 😀

SEO II – Alguns Fatores

setembro 24, 2006

E no embalo do tema SEO, mais um artigo pro MXStudio, agora com os fatores para melhorar o pagerank de um site, que foram citados em um outro artigo meu, um pouco mais explicados e exemplificados.

SEO II – Alguns Fatores

Retomando ao conceito

No artigo anterior foi falado sobre o conceito de SEO, e um pouco sobre os mecanismos de busca. Dessa vez falaremos sobre alguns fatores que ajudam a melhorar o pagerank, dando uma idéia mais prática do que podemos fazer para se melhorar o pagerank. Para quem perdeu o artigo anterior, SEO (Search Engine Optimization ou Optimizers) nada mais é que o estudo e melhora do site para os mecanismos de busca, visando um ranking maior, e um destaque maior nas buscas-orgânicas. Como foi dito anteriormente, são vários fatores que contam para essa avaliação, e não há a certeza absoluta de que um fator tem mais peso que o outro, pelo fato dos dispositivos usarem algoritmos diferentes uns dos outros.

Falaremos inicialmente de 10 fatores, que já foram explorados em um outro artigo meu. E no próximo falaremos de mais alguns importantes. São eles:

  1. Tag Title
  2. Texto dos links (o que fica entre o <a> e o </a>)
  3. Uso de Palavras-Chave no Documento
  4. Acessibilidade do Documento
  5. Links para páginas internas
  6. Assunto principal do Documento
  7. Links Externos
  8. Popularidade links para o Site
  9. Popularidade Global do Site
  10. Spam de Palavras-Chave

Fatores Considerados

1- Tag Title:

É a nossa famosa tag de título, ela é usada para definir palavras chave no site, portanto evite colocar “lixo” nessa parte, e coloque algo mais sugestivo, que possa identificar palavras que dão peso ao site. Ela que dá a informação mais sintética sobre o que há na página. Tem que ser específica por isso, é como você tentar mostrar apenas o nome do arquivo e já se saber o que há nele.

Evite isso:

<title> Artigo – Parte 2 </title>

Prefira assim :

<title> MX Studio – Conteúdo UsabilidadeSEO II – Alguns Fatores </title>

É notável a diferença que tem, e note as palavras em negrito e imagine agora uma pessoa pesquisando. Essa é a chave, imaginar o que o usuário vai digitar ao procurar o seu site.

2- Texto dos Links

Além do endereço dos links, outra parte muito importante é o texto que se insere neles, que é muito importante para definir sobre o que se trata o link, e é bom evitar setas, ou textos não explicativos. Eles devem funcionar como uma descrição do que irá acontecer quando a pessoa clicar no link, dando uma idéia de em que ela vai cair.

Evite isto :

<a href=”pagina55478978.html” > Clique aqui </a>

Note a diferença com título no link (que será mias abordado no próximo artigo), e com a url mais amigável =D :

<a href=”artigo_sobre_seo.html” title=”Artigo sobre SEOMXStudio“> O artigo sobre SEO do MXStudio </a>

Novamente a quantidade de palavras chave que temos, e palavras que são mais fáceis de serem buscadas, ou mesmo de serem encontradas em outros sites (a concorrência baixa também ajuda a aparecer entre os primeiros resultados).

3- Uso de palavras-chave no documento

Uso de palavras que foram procuradas em locais do texto, se elas se repetem, se aparecem na ordem que é buscada (para melhorar esta questão é bom se ter um log das palavras que são buscadas para chegar ao seu site, e ter em mente quais você quer melhorar). Se essas palavras se repetem no texto, provavelmente ele fala sobre o que se pesquisa, então tem relevância para a busca.

4- Acessibilidade do Documento

Isso pode gerar erros na indexação e atualização do conteúdo do site. Se os spiders não conseguem chegar ao site, ou não conseguem “ler” (no caso de uso de flash) e dar peso ao documento, ele não aparecerá nas buscas. Há problemas que podem ser gerados por vários fatores, como links quebrados, requisição de plugins, redirecionamento de url (onde os robôs não conseguem seguir).

5- Links para páginas internas

Pode ser dada mais relevância par uma página dentro do próprio site que é mais linkada. Ela provavelmente tem um conteúdo mais relevante do que alguma que está “escondida”. Isso é importante para se definir qual seria a página que a pessoa deve sair em uma busca por palavras que são encontradas em todo o site.

6- Assunto principal do site

Definir bem sobre o que se fala no site ajuda a melhorar o ranking. Assim as buscas relacionadas ao assunto do seu site têm mais chances de apontar para ele. Pois sites com o conteúdo mais “definido” provavelmente têm mais informações sobre o assunto pesquisado do que os que falam “de tudo um pouco”. Muitos dizem que este é o provável motivo que blogs (geralmente de conteúdo ultra-específico, ou seja, sobre um tema, sem fugir muito disso) aparecem antes de sites grandes como a Wikipédia, que apesar de grande fala sobre vários temas, então não tem um assunto específico.

7- Links externos

Não só a quantidade de links que levam ao seu site, mas sim o peso dos sites que levam a ele dão mais confiabilidade ao conteúdo do seu site, e um ranking maior. Um site que tem links vindos de um site com pagerank maior provavelmente são tão confiáveis, ou têm conteúdo tão relevante quanto os que levam a ele.

8- Popularidade dos links para o Site no nicho pesquisado

Há “comunidades de links”, onde um site leva a um outro, que leva a um outro, que leva ao primeiro. O peso do site nessas “comunidades” (nichos) também influencia no pagerank. Um exemplo que se falava muita há pouco tempo era da “blogsfera”. Pois sites que são “da área” tem mais chances de ter o conteúdo que a pessoa procura, ganhando então mais importância.

9- Popularidade Global do Site

Nesse fator é desconsiderado o pagerank do site que leva até o seu. Sites de troca de link são bons para aumentar nesse quesito. Pois apesar de ser mais importante o peso dos sites que levam ao seu, não pode ser desconsiderado também o número de links que levam a ele.

10- Spam de palavras chave

É um fator que interfere negativamente no ranking. Usar-se de muitas palavras chave para fazer o site parecer mais relevante pode ser ruim.

Considerações finais

Um fato interessante de se lembrar foi todo o escândalo da Cicarelli que aconteceu pelo tal vídeo que rolou na internet. O interessante é a quantidade de blog que abusaram de técnicas SEO (que diga-se de passagem são consideradas spam) para dar uma aumentada nas visitas… E a grande maioria bateu seus recordes de visitação.

Acho que já falei muito isso, mas sempre é bom lembrar que esse tipo de técnica (estou me referindo exclusivamente ao uso de spam, visando aumentar a visitação mesmo que seu site não tenha o conteúdo que é buscado) está sujeita a punição, e quem ver sites que utilizam-se disto basta denunciar para a google 😀 (ou qualquer outro mecanismo de busca)

That’s All 🙂

Rochester Oliveira – Coluna de Usabilidade
Para qualquer dúvida ou sugestão:
Mande um e-mail para Rochester Oliveira – rochester@mxstudio.com.br

ou visite o fórum de Usabilidade do MXStudio

 

Rumo a Intercon 2006 =D

setembro 20, 2006

Ontem estava eu tentando esfriar minha cabeça lendo um pouco e me deparei com este post no Usabilidoido, onde oFred deixou um “desafio” e quem respondesse melhor ganhava o convite da Intercon 2006.

E eu ganhei 🙂

– Edit –

A pergunta foi a seguinte : Como se manifesta a contradição entre as esferas pública e privada na escolha de etiquetas para uma classificação folsconômica? (onde creio eu que o “erro de digitação” poderia ser para evitar o pessoal que simplesmente copia e cola da google 🙂 )

E a minha resposta : “Acho que o maior problema é relamente a diferença que pode haver na concepção pessoal sobre uma certa classificação e a concepção coletiva, o “concenso”. Isso pode ser gerado por vários motivos, mesmo que dentro de um só pais, por exemplo no Brasil, há palavras que em um lugar são diferentes do outro (em minas se utiliza muito “bexiga”, enquanto em outros locais é mais coum “balão” ou “bola”).

Acho que a melhor solução para isso é a sugestão de algumas etiquetas, como faz o del.ici.us, onde o usuário pode escolher uma tag já existente, ou mesmo criar a sua.”

Vale dar aqui um destaque também para as respostas de Eduardo, Diego Antunes, Leandro Ferreira e Kalahan Santiago que como disse o próprio Fred, mandaram bem 😀

– / Edit –

Então, 28 de Outubro de 2006 São Paulo (e minha primeira presença em encontros profissionais desse calibre) que me agurde 😀 (se tudo der certo e minha mãe deixar 😛 pelo menos a mãe ja deixou ^^ ).
E deixo ae um agradecimento ao Fred do Usabilidoido, que manda muito bem por lá, e que mandou super bem na pergunta .

That’s All 😀

Olhando os logs do blog percebi que muita gente que visita o site é via leitor de feed (feed agregator), é um número realmente alto (cerca de 3 vezes mais que as visitas “normais”), mas percebi também, navegando, que muita gente sequer sabe o que é isso, e muito menos como utilizar.

RSS é como um “filho” do XML (que é uma linguagem de marcação) que possibilita a você receber apenas o conteúdo de determinados sites, mas sem precisar visitá-los, e esses sites disponibilizam um arquivo de feed. É como assinar uma revista, mas sem pagar 🙂

É muito utilizado em blogs e portais de notícias onde o conteúdo é atualizado constantemente, e quem visita esses sites geralmente só sem importa com o conteúdo que vai encontrar lá.

Feed é o arquivo que contém as informações a serem lidas, mas em texto puro, apenas com a marcação XML. Para ler esses arquivos você precisa de um leitor de feed (rss), que pode ser online ou mesmo instalado no seu computador (se voce tentar ler ele diretamente do navegador por exemplo, ele vai avisar que não há uma folha de estilos associada ao arquivo e irá mostrar as marcações xml).

Entre os onlines destacam-se o Bloglines, Google Reader, e o Netvibes, e para utilizá-los basta você se cadastrar e começar a colocar seus sites preferidos. Recomendo também o uso do Firefox (Como utilizar) ou o Thunderbird (Como utilizar) para ler feeds.

Mas para escolher qual usar, só testando e vendo qual se adapta melhor a suas necessidades.

E só para contar, o feed do meu blog é https://rochester.wordpress.com/feed/ 😀

That’s All 😀

Web Insider Novamente

setembro 19, 2006

E acabou de entrar no Foi pro top 10 (dos mais lidos) do web insider o meu artigo sobre SEO, mas que lá saiu com outro título “Fatores que melhoram (ou não) o pagerank de um site”.

O artigo tem uma “versão” aqui também, com o nome de “SEO fatores para melhorar o pagerank de um site”.

Vale lembrar que já tenho um artigo que foi publicado lá , sobre princípios de design de interação 🙂

That’s All 😀

MXStudio a todo vapor

setembro 14, 2006

E o MXStudio voltou essa semana a todo vapor, depois de alguns dias fora do ar para a troca de servidor que agora é por conta da HostNet. O fórum e o MX Blog (até onde vi) já estão funcionando normalmente também…

O grande detalhe é a velocidade de resposta do servidor, que está muito rápida…

Enfim, confiram lá =D

That’s All 😀

Esses ultimos dias fiquei quebrando a cabeça pra fazer um layout e implementá-lo em html, e desde o início do projeto, eu estava preocupado com padronização, código limpo, tableless… Então quando cheguei no “produto final” ficou um layout com o código extremamente limpo, css organizado, quase sem necessidade de hacks, legível se o css for desabilitado, mas a minha maior surpresa foi quando em uma reunião da equipe de criação (hoje XD) o Fabiano mostrou um site, o DaSilva.org, que avalia a acessibilidade do site, e o site que fizemos ficou com a avaliação “3A”, ou seja, não tinha nenhuma falha de acessibilidade nos 3 níveis considerados pelo site.

Isso significa que além de o site estar extremamente acessível a usuários padrão, ele fica normal para pessoas com deficiência, que utilizam leitores de tela por exemplo.

Achei muito interessante essa ferramenta, e futuramente pretendo colocar a avaliação de alguns site aqui 🙂

Um ponto interessante a se ressaltar é a ligação do código 100% válido e de fatores utilizados no SEO com a acessibilidade. É impressionante como esses fatores estão extremamente interligados.

Outro ponto a se analisar é que este site será um portal com conteúdo bem específico, mas que pretende ser um dos maiores portais dessa área, e começar do jeito “certo” é muito mais fácil que deixar para “concertar” depois (como o exemplo de portais grandes que só depois de muito tempo passaram a se preocupar com Standards, Tableless e Acessibilidade).

That’s All 😀

Skip Intro

setembro 10, 2006

Deixando de lado (por enquanto) o tema SEO, resolvi fazer um post pequeno sobre uma paródia interessante que achei, do Skip Intro.

É interesante observar como ainda há “micreiros” que fazem introduções de horas e horas, e que os usuários muitas vezes nem se dão ao trabalho de ver, vão direto no Skip Intro (Pular introdução).

Mas também vale ressaltar que flash é uma ferramenta boa em alguns casos, mas há alguns erros tão comuns na hora de se utilizá-lo que acabamos atribuindo a falha a ferramenta.

E mais um texto interessante que vi foi sobre esses erros cometidos ao se utilizar o flash, que apesar de eu não concordar com tudo o que está escrito aí, concordo com grande parte do texto.

That’s All 😀

SEO I – Conceituando

setembro 4, 2006

Em conversa com o Fabio, ele comentou que eu poderia ter publicado no MXStudio esse ultimo post, então expliquei meus motivos a ele, e para me “redmir” escrevi um artigo sobre SEO para a Coluna de Usabilidade do MXStudio.

SEO I – Conceituando

“Pequena” Introdução

SEO (Search Engine Optimization ou Optimizers) é o termo utilizado para designar a melhora do pagerank de um site, visando à melhora da classificação nos dispositivos de busca, voltado inteiramente para as chamadas buscas-orgânicas. São várias técnicas que são utilizadas, mas elas dividem-se basicamente em 2 tipos, as que visam à melhora por meios lícitos (os “SEO chapéu branco”), e as que tentam burlar os sistemas (os “SEO chapéu preto”). Ignoraremos o segundo grupo aqui (vale destacar que burlar os sistemas resulta em punições rigorosas às vezes, chegando até a não indexação do site).

Há “subgrupos” de fatores, que serão analisados nas próximas colunas, nessa focaremos mais em alguns fatores mais importantes, e na construção do conceito.

Chega até a ser engraçado como aqui no Brasil (em outras partes do mundo não sei como é) há um descaso com os dispositivos de busca, uma ferramenta que é muito utilizada por todas as pessoas, inclusive clientes em potencial. “Engraçado? Por Quê?” Bem, ao digitar algo em um dispositivo de busca, as pessoas chegam em blogs pessoais, ou mesmo em coisas antes de empresas “grandes”, ou mesmo sites de comércio, que tem o termo pesquisado como marca.

Para ver como tudo isso faz a diferença, basta olhar o exemplo do MXStudio. A estruturação do código é feita de uma forma que os dispositivos de busca sabem ao que devem dar peso. Isso dá um pagerank maior para o site no geral, que também é considerado em cada busca. Um exemplo simples, na busca por DIVLEss, o site da MXStudio fica em 2°, atrás apenas do site que foi citado no artigo do Fabiano.

SEO

Uma infinidade de pontos são considerados pelos dispositivos de busca ao dar o pagerank da página, e a maioria dos fatores que são discutidos foram concluídos apenas pela análise dos casos. Mas há alguns fatores em que se há a certeza de que ele é considerado, o que gera dúvida é a importância dele em relação aos outros.

Para entender melhor para que serve e como funciona temos que ver um pouco da história dos dispositivos de busca. No inicio os dispositivos de busca eram orientados pelos próprios WebMasters, onde o algoritmo dos sistemas seguia basicamente as Meta Tags. Mas devido ao abuso das Meta Tags, e pela facilidade de manipulação delas (onde o conteúdo do site pode não corresponder ao que esta nelas), elas perderam grande parte do seu poder (mais ainda hoje elas contam muito) e foram criados algoritmos mais complexos, com mais fatores considerados, e foi criado o pagerank. Aí nasceram dispositivos de busca como são vistos hoje.

São muito altos os números de pessoas que utilizam os dispositivos de busca com as mesmas palavras em apenas um dia. Imagine o número total de pessoas que utilizam a busca em um dia, mês, ou mesmo ano. Mas desse grande número de pessoas, cerca de 80% para na primeira página de resultados, e só com algum investimento em melhoria do pagerank (o tamanho desse investimento varia de site para site) o site consegue aparecer nos primeiros resultados da busca orgânica. A real vantagem de se investir em SEO é o aumento (notável mesmo com poucas melhoras) no número de acessos do site, e consequentemente mais chances de se alcançar seu objetivo.

Para adiantar um pouco o que será aprofundado nas próximas colunas, temos os fatores principais que devemos levar em conta, na hora de tentar melhorar o pagerank:

  1. Tag Title
  2. Texto dos links (o que fica entre o <a> e o </a>)
  3. Uso de Palavras-Chave no Documento
  4. Acessibilidade do Documento
  5. Links para páginas internas
  6. Assunto principal do Documento
  7. Links Externos
  8. Popularidade dos links para o Site
  9. Popularidade Global do Site
  10. Spam de Palavras-Chave

Considerações finais

Uma observação interessante é que são muitos fatores considerados para o pagrank, há quem diga que é algo entre 100 e 200, mas acredito até que possa ser mais. E não há certeza de que um fator é considerado ou não pelo fato das empresas não mostrar as listas dos fatores, e também de que cada dispositivo tem seu próprio algoritmo, ou seja, cada um dá peso a uma coisa (que pode ser a mesma que outros, ou não).

That’s All 🙂

Rochester Oliveira – Coluna de Usabilidade
Para qualquer dúvida ou sugestão:
Mande um e-mail para Rochester Oliveira – rochester@mxstudio.com.br
ou visite o fórum de Usabilidade do MXStudio