Web Bem Feita

A idéia

Desde que surgiu a idéia de um domínio próprio, me veio na cabeça a pergunta “Sobre o que eu vou escrever lá..?”. A “mensagem” em si é a mesma, temas que fazem a web mais bem feita, como usabilidade, acessibilidade, utilidade, web standards, css, interação, e é claro, teorias, muitas teorias.

O que há de novo então?

Quem se lembra na primeira pesquisa com leitores, das opções “Testes de Usabilidade e Acessibilidade” como temas que os leitores preferiam.Foram de fato os mais votados, então nesse blog teremos análises (não testes de usabilidade, apenas análises) de tudo sobre tudo dos sites que quiserem (se você quiser uma análise do seu site, mande um email para rochester_jorge [a] Yahoo . com . br ; por enquanto será esse o endereço, em breve será do próprio domínio), então para evitar que alguém tente me pegar na saída da escola, somente os sites que quiserem serão analisados e destrinchados (bonita palavra :D) de layout a código, de acessibilidade a usabilidade, passando pela utilidade, claro.

E a parte de CSS e Standards, que tenho estudado bastante e acho que já posso passar algumas coisas interessantes pra frente.

O nome

Acredite já me passaram vários nomes na cabeça. Uns muito ruins (não cheguei ao extremo de “blogdorochester.com” mas chegou bem perto). Outros muito ruins MESMO. Entre os que eu (e o meu consultor de assuntos aleatórios, o Fabiano) mais gostei foram:

  • Não Use Isso – Pelos conceitos em que será baseado, além da usabilidade, como o “humanizado” apesar da tradução ser “usá-lo”, ou seja, estudos de usabilidade SEM se basear SÓ na usabilidade, só no uso.
  • Use Isso – Mesma referência anterior, mas meu lado negro preferia o primeiro.
  • Humanizado – Novamente pela base que terá.
  • Rochester.Blog.Br – Não disse que tinha chegado perto?
  • WebBemFeita – Conceito criado desde o blog anterior, que foi sendo amadurecido, e enfim, virou o nome oficial.

O Tema

Penso em criar mais pra frente um tema novo e exclusivo, pra evitar os milhares de problemas que já tive com temas. Mas esse, por enquanto, acho que está ótimo.

Apesar das alterações restantes (alguns recursos que pretendo implementar, e arrumar a sidebar que está horrível :P), o blog novo está com este post (quase igual a esse) e em breve voltarei a escrever o de sempre, e que vier de novo.

Então, por favor, atualizem os links, assinem o novo feed (by feedburner :D) e visitem o novo blog. Os posts antigos ficarão aqui mesmo, sem link novo pro outro blog. “O que passou passou…”

Depois de 69 artigos, 240 comentários, 1444 spams e uma média de visitas razoável no fim (parece que fechar o blog da mais visitas que manter, no fim a media subiu um pouco, em cerca de 250 visitantes / dia) morre mais um blog. Mas não choraremos por isso.

Agora é oficial, Blog antigo abandonado, blog novo na área.

Rochester Oliveira. Por uma Web Bem Feita

Jump!Ultimamente uma questão tem me afligido muito, a de ter ou não um domínio próprio.

Senti o drama quando tentei brincar com temas novos, no meu aniversário, e não fiquei feliz com o resultado (tanto que acabei trocando de novo depois :P)

Meditei um pouco e cheguei aos seguintes pontos que me fazem mudar ou não de domínio:

Motivos para não mudar

  • Tenho links de sites “grandes” para cá, mudar seria perder todos (ou boa parte deles).
  • Leitores por feed são cerca da metade do total (apesar de que não confio no contador BETA do wordpress), nessa mudança eu poderia perder muitos deles.
  • Custo ZERO
  • Perda de tempo com migração para o novo sistema (tá, esse nem é tão forte)
  • Não tenho tanta dor de cabeça assim com o blog hospedado aqui

Motivos para mudar

  • Maior liberdade (upload de imagens, videos, podcasts, mexer a vontade nos temas, colocar as barras laterais como quero, plugins – e MUITOS – enfim, um domínio MEU)
  • Não ter que assinar em baixo do wordpress (será meu nome e ponto)
  • Possibilidade maior de crescimento
  • Possibilidade maior de rentabilização

Aliás, esses motivos são meus, mas pode ser que tenha mais gente nesse dilema ;D

Então, novamente estou eu aqui para pedir a opinião de vocês, se vocês acham que eu deveria ou não arriscar sair do conforto de blogar “de graça” , ou tentar o “recomeço” num novo domínio proprio?

Pesquisa com Leitores #2 – Domínio próprio ou não?

Agradeço a participação de todos

😉

Rochester Oliveira. Por uma Web Bem Feita.

Mais um artigo saindo do forno para o MXStudio, dessa vez um pouco de teoria sobre Navegabilidade, e para que serve a navegação de um site.

Navegar é preciso

Definindo as coisas

Há quem não dê a mínima importância à navegabilidade do site, apesar desse ser um fator fundamental e primário. Como eu posso alcançar meu objetivo em um site se eu não consigo navegar nele, se eu me perco facilmente? Ou pior, se eu nem sei onde está o menu? Ou se eu não tenho algum campo de busca (ou mapa de site, para os menores).

O pior erro que se pode cometer em um projeto de um site é se esquecer do usuário final. O usuário “comum” não consegue “se virar” como um “usuário avançado” (que é o grupo que se encaixam os desenvolvedores). Ele sequer está interessado em “aprender” a utilizar o seu site, pois sempre há outro site há 2 links dali.

Então é importante uma navegação clara, segura, e que cumpra os objetivos dos usuários. Parece simples e óbvio demais né? Pois então, Fazer o simples é sempre mais difícil ;D

Objetivos da navegação

Entre ajudar a encontrar o que procuramos e nos informar onde estamos, a navegação também tem várias outras funções:

  • Ela dá algo ao qual nos apoiamos – Sempre há opções de retornar, e também sempre há informações de onde estamos em uma navegação bem projetada.
  • Ela nos diz o que existe no site – Ela deixa a hierarquia do site parcialmente visível, ou seja, dá uma idéia do conteúdo que há no site.
  • Ela diz como usar o site – Em uma navegação bem projetada é dito implicitamente onde devemos começar, ou quais são os locais onde podemos encontrar o que queremos, ou mesmo pode mostrar as ferramentas e opções que há no site .
  • Ela dá confiança nas pessoas que criaram o site – A confiança que um site gera é o que pode decidir se o usuário permanece ou não nele. Se o usuário não confia em quem criou, não vai pensar em navegar muito por ali.

Conceitos básicos

Habilite o “voltar” do navegador

Esse é, com certeza, o botão mais clicado pelos usuários. Por isso tome cuidado quando algum recurso do seu site o desabilita, isso pode deixar o usuário confuso, ou frustrado (por exemplo, se ele navegou muito até chegar em um ponto, e tenta voltar apenas um nível e acaba caindo na home) e resultar em uma perda grande para seu site.

A home é o melhor lugar!

Por mais perdido que o usuário esteja em sua navegação, se você deixar fácil uma “volta ao início” as chances dele tentar recomeçar (invés de sair) são muito maiores do que se não existisse. Um bom recurso é utilizar a identificação visual do site (a logo, alguma marca, ou nome qualquer) como um link para a home, além do link sempre presente no menu principal.

Migalhas de pão \ Indicadores “Você está aqui”

Os indicadores “Você está aqui” quebram a sensação de perdido no site, por exemplo, se você entrar no site da Amazon facilmente saberá onde está através dos avisos visuais. No link que foi colocado atrás, identificamos o título do site (Amazon) a seção “books” e o subtítulo “BestSellers”, ou seja através de identificações visuais o usuário encontrou onde ele está na hierarquia do site.

Daniel de Paola na Coluna de Usabilidade já falou sobre as migalhas de pão, que são links que mostram de onde o usuário veio até chegar no ponto que ele está. A grande diferença entre esses dois indicadores é que os indicadores mostram onde você está na hierarquia geral, já as migalhas de pão mostram apenas o caminho que você faz da home a página atual (seria como “olhar um mapa” X “seguir indicações” . As indicações são mais precisas, mas com o mapa você aprende mais).

Cuidado com a profundidade

Essa é uma discussão de tempos entre os projetistas. Eu pessoalmente prefiro (quando possível, claro) uma hierarquia mais larga do que uma profunda. Uma hierarquia larga resulta em menos cliques, mas é necessário que cada clique esteja certo (vide trecho abaixo, sobre ambigüidade de links), já em uma hierarquia profunda, há menos opções por nível, mas há uma necessidade de mais cliques para se chegar ao mesmo lugar.

Não à ambigüidade em links

Já dizia o tio Steve Krug “Não importa quantas vezes eu tenha que clicar desde que cada clique seja uma escolha óbvia e não ambígua”. Mesmo que seja necessária uma profundidade maior de links, eles levem ao lugar que o usuário espera que levem. Um clássico é do produto ou serviço que alguém tenta comprar no escritório em casa, e se depara com as opções “Casa” e “Escritório” separadas. Isso obriga o usuário a pensar no que o desenvolvedor acha que se classifica o produto, e um erro significa perda de tempo e de paciência com o site.

Dê importância aos níveis mais baixos de navegação

Uma tendência que temos ao realizar um projeto é de não nos preocupar muito com os níveis mais baixos de navegação. Algumas vezes porque achamos que até chegar lá, o usuário já se acostumou com o site, outras porque achamos que o número de pessoas que chegarão aos niveis mais baixos são tão pequenos que não justificam um “trabalho” com esses níveis. Pois não é bem assim. Muitas pessoas chegam aos sites através de buscas, ou seja, já caem no meio do site, e se a navegação naquele ponto for muito confusa, provavelmente ele desistirá do site.

Considerações finais

Depois de todos os conceitos citados é hora de fazer uma auto análise “Será que o site que eu criei tem uma boa navegabilidade?”. Esses tópicos citados são um bom ponto de partida para se analisar, e ir aos poucos melhorando, e adaptando às necessidades do usuário.

Quem já leu “Não me Faça Pensar” do já citado Steve Krug, deve estar familiarizado com estes tópicos, que são muito bem falados no livro. Então recomendo a leitura, e de preferência com um bloquinho ao lado, pois há muito conteúdo interessante que se pode abordar depois, e discutir com outros profissionais.

That’s All 🙂

Rochester Oliveira – Coluna de Usabilidade

Para qualquer dúvida ou sugestão:

Mande um e-mail para Rochester Oliveira – rochester@mxstudio.com.br

ou visite o fórum de Usabilidade do MXStudio

SEO IV – Dicas Úteis

fevereiro 7, 2007

Fechando a série de Otimização no MXstudio, esse é o último artigo.

SEO IV – Dicas Úteis

Lembrando dos últimos capítulos

Pensaram que a saga tinha morrido? Não, não. Como um goku que levanta as mãos para fazer a grande Genki Dama (é assim mesmo?) eu volto para finalizar de vez essa saga (que realmente, ficou mais demorada que a série toda de Dragoon Ball /* Nota metal: Ando assistindo muito desenho animado*/)

No primeiro capítulo, foi falado sobre o conceito de SEO, o que significa, como funciona, e os principais fatores considerados.

No segundo, foi falado sobre alguns dos fatores principais que são considerados na hora de otimizar uma página, e foi explicado um pouco mais sobre o motivo deles serem considerados.

No terceiro e penúltimo, voltamos ao conceito de SEO e vimos porque vale a pena investir nessa otimização para o site.

E agora, veremos as últimas dicas, e para quem ainda estiver com fome, algumas fontes para estudar um pouco mais.

Dicas úteis (ou nem tanto assim)

Escreva Semanticamente o código

Use as tags certas nos locais certos. Se é titulo use <h1>, não <img> ou <p> (para imagens como título, use o “image replacement” ou seja, um título em texto que é substituido por uma imagem qualquer). Assim é dada a relevância certa aos locais certos do documento. Se seu site é sobre uma empresa, porque você vai querer dar destaque a palavra “sopa” que aparece uma vez em um texto mas que por acaso foi usada a tag h1 nela?

Use mas não abuse das Meta Tags

Alguns sistemas de busca ainda dão um certo peso à elas, mas evite colocar lixo nessa parte. Nela podem vir informações importantes como autor, país, linguagem, palavras-chave, descrição do site, programa que gerou o documento, codificação, dizer a aos robôs de busca onde devem procuram o conteúdo, ou onde podem, ou quem pode… Enfim, há várias aplicações para elas. Ah, sim, o Google as ignora completamente 😀

Coloque títulos nos seus links

Além de um texto descritivo no link (o que vai entre o <a> e o </a>) é interessante colocar título no link pois ele pode melhorar sua relevância, ou mesmo ele pode ser a única forma de dizer para onde vai o link (em casos em que o texto do link não faz sentido, por exemplo quando é uma “seta” [< – > ]ou um número).

Cuidado com links quebrados

Um site cheio dos famosos “Erro 404” pode ter seu rank abaixado. Tente tirar proveito dele, colocar uma página de busca no 404, ou no mapa do site, ou mesmo em uma página para que o erro possa ser reportado.

Metáforas demais são perigosas

Várias vezes em conversas por msn com amigos blogueiros, vejo as palavras chave “absurdas” que levam as pessoas aos blogs, pelo simples fato dela estar em um título, ou em um link, ou repetida demais no texto, mesmo que ela seja apenas uma metáfora. Como “grobo”, “orkut sem o mouse”, “site onde tem muitas musicas de funk”, “tem curço gratis”… Acredite, isso é tudo retirado do log de vistas do meu blog. Se pessoas já têm dificuldades para entender metáforas, imagine um pobre script.

Fique atento ao tamanho dos seus documentos

Alguns mecanismos analisam o tamanho e a quantidade de palavras de um documento, para definir o seu ranking em uma determinada busca. Algumas palavras tendem a buscar documentos maiores, outras menores, fique atento ao seu foco de otimização (se é para deixar os documentos maiores ou menores).

O tal do “Nofollow”

Muitos sites utilizam desse recurso quando o próprio usuário tem a possibilidade de criar o conteúdo, então coloca-se o nofollow (“não siga”) na tag de link (<a rel=”nofollow”) então os dispositivos não seguem o link. Mas se colocar, por exemplo, o nofollow em TODOS os links do seu site, isso que dizer que esses links não existem, ou seja, seu site é uma ilha isolada longe dos mecanismos de busca :P.

Pra quê frames?

Imagina só, você descobre que seu site tem um ranking muito bom em tal palavra, e quando clica no link esperando que o google leve você a home do seu site, você vê ele abrindo a “menu.html” que, por acaso, tem somente o menu, já que seu site é feito em frames. Chato né? Mas acontece. E muito. Aliás, você terá sorte se o google apontar para o seu site feito em frames, ele tem problema com elas (e também há problemas graves de acessibilidade com frames, mas não vem ao caso). Porque não usar a simplíssima técnica de “case” em php? Ou outras infinitas formas de se juntar os pedaços da página em uma, sem utilizar frame (nem iframe).

Textos bem escritos são fundamentais

Colocar as palavras certas, nos locais certos, na quantidade certa. Se você souber dividir bem as suas palavras chave e “pingá-las” ao longo do texto e em títulos, você ganha uma relevância maior em buscas por essas palavras. Mas se seu site for relevante, isso vem naturalmente, junto com links de amigos (de preferência com PR alto :D) e um código (que já foi tão falado) bem escrito.

Como avisar nunca é demais, a prática de spam é punível por todos os mecanismos de busca, se você investe nisso (nem que seja apenas tempo e neurônios para melhorar seu site) você fica no mínimo alterado quando vê algum site cheio de spam e táticas para melhorar o pagerank de forma ilícita (bonita a palavra :D), então basta denunciar para a google (ou para qualquer outro mecanismo).

Considerações finais

“Agora que eu segui passo a passo, meu site vai aparecer em primeiro em todas as buscas, eu vou deixar ele e vou dormir e viver de AdSense”? Não.

Agora que você otimizou o seu site, você pode (e deve) procurar mais conteúdo e manter sempre atualizado, pois a melhor propaganda que há é o site relevante.

Mas para ajudar um pouco vou deixar alguns sites interessantes para pesquisa:

Sim, o último link é da Google. Que fonte melhor que essa?

That’s All 🙂

Rochester Oliveira – Coluna de Usabilidade

Para qualquer dúvida ou sugestão:

Mande um e-mail para Rochester Oliveira – rochester@mxstudio.com.br

ou visite o (novo) fórum de Usabilidade do MXStudio

 

“Sites de conteúdo colaborativo têm na decisão do usuário a maneira mais prática de classificar os conteúdos. Pode ser uma solução imprecisa, mas há formas de focar mais um pouco.”
Folksonomia não apenas o usuário colocar as tags – Por Rochester Oliveira – No WebInsider

That’s All 😀

Uma palavra que anda sendo muito utilizada por aí é a tal folcsonomia, ou folksonomia, ou folksonomy, que é uma forma de classificar e organizar informações, que é usada principalmente em projetos web 2.0.

Esse método permite ao próprio usuário classificar as informações de uma forma que ELE julgue correta. Então o próprio usuário cria as “tags” que achar conveniente para uma foto, um link, um post, um podcast, ou qualquer outra informação que venha a ser classificada.

Qual é a vantagem de organizar tudo (ou uma parte da informação) dessa forma? O usuário participa na classificação na “construção” do conteúdo, na “construção” do próprio site, e de uma forma que seja mais fácil para ele recuperar essa informação (mas será que é também para os outros usuários?).

Um exemplo bom de comunidades geradas através da folcsonomia é a do WordPress (quem tem um blog aqui vai me entender) onde há a opção de navegação por tags em que você vê os posts que tiverem a mesma categoria, ou seja,você vai lendo sobre os assuntos que você mesmo escreve. Eu mesmo já achei muitos blogs bons por essa ferramenta, e quem usa WordPress e ainda não checou isso, recomendo que veja ;D.

Há muitos outros exemplos (muito) bem sucedidos que utilizam a folcsonomia ao organizar as informações que os usuários adicionam, Flickr, Delicious, technorati

Se parece ser tão bom, então qual é o problema de utilizar somente a Folcsonomia e deixar os usuários classificarem tudo? Alguém lembra do post onde eu falei que ia pra intercon na faixa? Lembram da pergunta que o Fred fez? Era sobre o problema que existe entre as esferas pública e privada na escolha de etiquetas para uma classificação folcsonômica. Ou seja, o problema que há quando se deixa o usuário classificar, pois a interpretação pessoal dele pode ser diferente da que outras pessoas pensam, que pode ser gerado por vários motivos, como vocabulário diferente em algumas regiões, sinônimos, erros simples de digitação…

A solução para isso (ao menos é o que eu e o gawry acreditamos :D) é a tal da “Folksonomia Controlada”, onde há sugestões de tags ou mesmo um dicionário de sinônimos, ou corretor ortográfico, que sugere alguma alteração para uma palavra que seja mais utilizada.

O “tchan” desse método de classificação é que vai além de separar o conteúdo em “categorias”, é a criação de comunidades (como no Flickr e WordPress), compartilhar o conteúdo, referenciar, dividir a informação… Segundo Clay Shirky é tudo aquilo que vai de encontro com os princípios básicos da Web.

That’s All 😀

Você faz site?

dezembro 12, 2006

Eu não.

Eu crio, projeto, desenho…

Sentiu a diferença?

(to) Design : Criar projetos, Planos, Projetar, Desenhar,Calcular, Esboçar, Delinear, Maquinar…

Fazer : Obrar, Executar.

Ainda há quem pense que site é só o que aparece na tela. Site é conteúdo, forma, e estrutura, mas a estrutura, por não ser visível (ou não diretamente), muitas vezes é ignorada. E o projeto, estudo, análise, e todo o “trabalho mental” que é feito até chegar na apresentação, ás vezes também é esquecido.

Não é só pegar um tijolinho de HTML, outro de PHP, e um pouco de imagem e CSS pra “dar liga”. Web Design é arte. A máxima “10% de inspiração e 90% de transpiração” não vale aqui. Pelo contrário. 99% é aquela idéia super inovadora de 1,6 bilhões de dólares que a gente tem que vender por muito menos. É o insight que a gente tem quando menos espera (mas que a gente tem que deixar o cérebro trabalhando em background para isso).

Acima de tudo, vendemos sensações que o site causa no usuário. Conforto, segurança, alegria, felicidade, facilidade, inclusão, controle, poder… Poder é a palavra, dê poder ao usuário, seja de ajudar na construção do conteúdo, mudar a interface, escolher e fazer do site um sucesso ou um fracasso.

Todas essas sensações são únicas em cada site. Por isso não acredito na idéia de sites seguindo um modelo, com produção em série. Se o seu site é idêntico ao do vizinho, que vantagem eu tenho? É como achar que propagandas iguais de empresas diferentes têm o mesmo impacto que se fossem únicas. Isso acaba anulando as duas (ou seja lá quantas forem).

Você diria que Leonardo “fez” a mona Lisa? Ou que Ludwig “fez” a 9ª? “Mas para pintura existe ‘pintar’, e para música existe ‘musicar’…”. Realmente, para um termo roubado do inglês não temos nada tão específico quanto pintar ou musicar. Mas “fazer” com certeza não é nem próximo da idéia principal do Web Design. “Criar” talvez englobe muito melhor tudo isso.

Não estou dizendo para você olhar feio e corrigir seu cliente se ele te perguntar se você faz site. Ele não tem obrigação (nem interesse) de saber isso. Mas o profissional deve ter (ao menos um pouco de) interesse nisso.
Acho que o Alessandro foi muito feliz em seu comentário sobre a utilização do termo “Humanizado” :

[…] Alguns acham esta preocupação perda de tempo, mas classificando e nomeando bem um assunto, pode-se evitar muitas confusões. Por que não ser mais intuitivo e mais fiel aos significados ? […]

Acho que resume todo o meu objetivo até aqui…

That’s All 😀

Olha o curso grátis aê

dezembro 8, 2006

Ou melhor, oS cursoS. São 2. Da Visie.

Para ganhar basta você ser melhor que os milhões de atuais concorrentes (incluindo eu) e dizer em um post (com trackback para lá) o que você faria para ganhar os cursos online da Visie.

É mais fácil falar o que eu não faria:

  1. Criar um blog apenas para isso (já tenho 5, e mal escrevo em 1 :P).
  2. Realizar qualquer ação ilícita ou que possa resultar na prisão da minha mãe.
  3. Vender meu corpo (porque meu cérebro já fugiu faz tempo, então não tem como vender).
  4. Sair pedindo feito um
    besta (pedir todo mundo pede, é fácil, mas pensar em algo criativo para dizer, isso sim é difícil).
  5. Colocar fotos/imagens apelativas que fujam totalmente ao escopo (haha!) do blog (pois falar de cursos de web não é fugir do tema de um blog, se você já fala de web nele).
  6. Parar de perturbar alguém no msn (poxa, essa é minha maior diversão 😉 ).
  7. Matar trabalho pra postar (só estou deixando de fazer um trabalho “super-legal” de geografia -último do ano, espero- e por acaso faltei aula no senai ).
  8. Viajar para qualquer lugar que seja (e que vantagem isso iria trazer pra empresa? mais fácil guardar a grana e bancar o curso :D)
  9. Falar que eu preciso muito porque meu site está todo em tabelas (minha primeira prova de HTML que o diga :D).
  10. (Esse é o principal) Não usar de sarcasmo/ironia/metáforas contra meus concorrentes, porque isso (não usar de sarcasmo/ironia/metáforas) é feio.

Qualquer coisa não mencionada acima eu faria (veja antes o termo de responsabilidade). Isso inclui “perder” as férias (que já são BEM curtas) estudando, fazer um layout pro ZenGarden (já estou brincando com um layout há algum tempo 🙂 ) ou uma versão tableless do orkut como TCC, gastar toda a minha criatividade de fim de tarde, todos os parênteses, travessões e emoticons disponíveis, e até fazer “publicidade grátis” (vale lembrar que está valendo 2 cursoS) da Visie, apesar de eles não terem me contratado.

Brincadeiras a parte, essa é a minha humilde participação… Agora é esperar o resultado para ver quem ganha.

That’s All 😀

Esta resenha foi sugerida e patrocinada pelo programa REVIEW ME

Depois de ver um post no blog do contraditorium falando sobre o tal serviço, resolvi testar, apesar de saber que para os pequenos quase não tem efeito.

O que é?

É um serviço que junta o “talento para escrever” dos blogueiros à vontade de crescer dos anunciantes. Eles pagam para que você faça a propaganda do site deles. E com uma grande vantagem, o blogueiro escolhe se irá fazer ou não a propaganda, ou seja, se você não gostar do site você não é obrigado a escrever.

“Nós exigimos que as resenhas tenham pelo menos 200 palavras, e que o post com a resenha seja destacado como sendo patrocinado, de alguma forma”

Essa é a regra do jogo. Que me parece bem favorável aos blogueiros.

O interessante do serviço é que os anunciantes pagam pelo tempo do blogueiro, ou seja, você será pago para blogar ( diga-se de passagem é o objetivo do Cardoso).

“Mas o pagamento deve ser mínimo…” não. Você recebe 50% do preço do anúncio, que depende do ranking do seu blog (o tráfego dele, os assinantes dos feeds, e o rank no technorati), que no meu caso é de U$40,00 (considero “alto” em vista que o do contraditorium por exemplo é de U$60,00 – apesar que não me lembro se o preço que está o meu não é o mínimo, e o máximo é de U$200,00).

Porque Review Me?

As principais vantagens apresentadas no próprio site do serviço são:

  • O anunciante pode ver exatamente onde ele anuncia, quais são os dados sobre o site, qual é o retorno que a propaganda está trazendo…
  • Diminuir os custos com toda a criação de uma forma de propaganda.
  • As pessoas ignoram propagandas e banners. Por não parecer uma propaganda direta, as pessoas darão mais atenção e valor no que está escrito.
  • Não são anúncios genéricos, irrelevantes ou irritantes. Eles têm a ver com o contexto do site, e com o público que o visita.
  • Junta os blogueiros interessados em falar sobre os seus produtos, sem precisar procurá-los, já que dentro da rede do serviço já há vários blogueiros cadastrados.

That’s All 😀

Dia mundial da Usabilidade

novembro 13, 2006

E nesse dia 14/11 comemoramos o dia Mundial da Usabilidade, com eventos espalhados por todo o país.

Entre os vários eventos, econtrei um que me chamou a atenção, o único online.

O site que foi indicado como site do evento é o tádificil, que mostra algumas situações do dia-a-dia que são difíceis pela falta de uma análise de usabilidade. Mas tá difícil de achar informações sobre o tal evento on-line =/

Enfim, fica aí a frase do dia: “Making Life Easy!”

That’s All 😀